Tão simples que até surpreende, pela falta de hábito que temos nestas andanças.
Em momento algum o Sporting se sentiu ameaçado ou desconfortável no jogo.
A estratégia foi montada de forma soberba. Neutralizou-se o ponto forte do Benfica (Gaitán, que por extensão anula Jonas) e explorou-se o pior deste Benfica, o processo defensivo.
Diz-se que o Sporting nem precisou de fazer muito para ganhar. Nada mais errado. O Sporting não rematou muito, não teve muitos ataques, mas jogou muito. Deu uma lição de defender em todas as zonas do campo e saiu com uma vitória tão justa quanto natural.
No papel as duas equipas jogavam na mesma táctica, na prática eram coisas bem diferentes. Ter João Mário(que grande jogador que ali está!) e Bryan Ruiz nas alas é diferente de ter Gaitan e Guedes. Os dois primeiros são jogadores de posse e permitiram ao Sporting gerir a bola durante os 90 minutos como e quando queria. Ora, quando a bola é nossa, os outros não podem marcar golos.
O Sporting de hoje é diferente por isto. Não precisa de marcar 3 ou 4 golos para ganhar os jogos. Há um ano qualquer jogo estaria em aberto pela fraca capacidade defensiva da equipa. Hoje, um ano volvido e com uma defesa muito semelhante, tudo é diferente.
Curioso reparar que nos 3 golos estão 3 jogadores que considero dos menos inteligentes da equipa. Adrien fez o passe certo no primeiro golo (porque Slimani estava em fora de jogo), Jefferson que aproveitou o muito espaço que teve e Slimani, que podia e devia ter feito logo o passe para Bryan Ruiz que já surgia isolado no outro lado.
Curioso reparar que nos 3 golos estão 3 jogadores que considero dos menos inteligentes da equipa. Adrien fez o passe certo no primeiro golo (porque Slimani estava em fora de jogo), Jefferson que aproveitou o muito espaço que teve e Slimani, que podia e devia ter feito logo o passe para Bryan Ruiz que já surgia isolado no outro lado.
A diferença nota-se no campo e surge do banco. Percebem agora o meu entusiasmo com a contratação de Jesus?
O domingo ficou melhor com o empate do Porto e a boa (e rara nos últimos anos) sensação da liderança. Nada está ganho. Minto, apenas a Supertaça.
