Para quem julgava que a Europa não se faria sentir na equipa, ai está a prova hoje.
Com as lesões de Mané, Jefferson, Téo e o processo Carrillo percebemos que faltam 3 titulares e um suplente muito utilizado na rotação de Jesus. São 4 jogadores que poderiam tirar minutos das pernas de outros, que poderiam dar mais soluções. Hoje entraram Gelson, Matheus e Tanaka. No início da época poucos diriam que seriam estes os 3 suplentes a entrar.
A primeira parte deveu-se um pouco a isso. Jogo muito mastigado, com Ruiz e Montero a serem os mais esclarecidos, embora isso não se reflectisse no jogo da equipa.
Na segunda parte houve mais fôlego, mais raça e naturalmente o domínio tornou-se mais real, com a elevada posse de bola a transformar-se em oportunidades de golo. Com Matheus e Gelson houve mais velocidade, mais imprevisibilidade, mais bocadinhos de Carrillo.
O golo acabou por surgir na altura em que menos parecia possível e talvez menos se justificasse futebolisticamente.
Vamos para a ilha em primeiro. É bom não andar a correr atrás dos outros.
