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31/12/15

O ano em que voltámos a ser Sporting

É se calhar uma frase muito forte ou para alguns desajustada, mas acho que se adequa bem ao ano que hoje termina.

O Sporting na sua génese é um clube vencedor, é um clube que disputa as competições onde está inserido com o objectivo máximo, vencer a prova.
2015 marca o regresso a esse desígnio pelo regresso do futebol aos títulos, a Taça e a Supertaça. É este o caminho que um clube como o Sporting tem de percorrer. Pode não ganhar sempre, mas tem de ganhar mais vezes e andar metido nas decisões até ao final.

31 de Dezembro de 2014 vs 31 de Dezembro de 2015

Há um ano atrás o Sporting seguia em 5º no campeonato a 10 pontos do líder Benfica. Este ano segue em 2º a 1 ponto do líder Porto, com o confronto de sábado em perspectiva.

Na Taça ainda se encontrava em prova, enquanto este ano já foi eliminado.

Na Europa chega à mesma fase da mesma competição por caminhos diferentes.

Na Taça da Liga tudo igual.

Ou seja, o Sporting está melhor no campeonato, pior na Taça e igual nas outras competições.

Acho que o balanço é positivo. Mesmo com a entrada de Aquilani e Bryan Ruiz (principalmente estes) que dão à equipa, as ausências de Nani e Carrillo retiram à equipa os seus dois melhores jogadores do ano passado sendo que apenas um deles pode ser substituido por Ruiz.

O Sporting é uma equipa muito mais segura defensivamente, sendo uma das melhores defesas do campeonato, enquanto ofensivamente apenas tem menos 2 golos marcados. Tendo em conta as ausências que já referi é um bom registo. O responsável por esta mudança? Pois, o cérebro.

Marco Silva tinha qualidades (especialmente visiveis nos primeiros 3 meses da época) a nível ofensivo, não montando muito bem a equipa a nível defensivo. Nenhum jogo estava verdadeiramente controlado porque a equipa não tinha um processo defensivo bem trabalhado e que desse garantias. A aposta em Naby Saar também não ajudou.
Ofensivamente a equipa até tinha boas ideias, mas rapidamente abdicou delas para tentar defender ligeiramente melhor. Voltou o tempo do chuveirinho para Slimani e o futebol do Sporting sofreu com isso, pese embora ter conquistado mais alguns pontos na segunda volta. O jogo do Jamor é um bom exemplo desses problemas defensivos. Acabou por valer a garra e a felicidade nesse dia.

Jorge Jesus é o oposto. Sabe trabalhar bem as equipas a nível ofensivo, mas é no processo defensivo que é mestre. Deixaram de ser 4 rapazes a defender para ser um bloco a defender de forma conjugada. A equipa hoje ataca e defende como um todo e isso nota-se. Querem perceber a diferença? Revejam os jogos contra o Benfica deste ano e revejam qualquer outro nos últimos 6 anos. Vão ver que a melhor equipa e a mais organizada é sempre a de Jesus. Sempre.

É esta diferença que acho que deixará o Sporting mais perto de poder ganhar o título este ano. Na parte controlada pelo treinador estou descansado, temos o melhor que anda por cá. Depois, lá dentro é com os jogadores. Nesse capítulo o Porto leva vantagem, porque lá dentro quem joga são os jogadores. A adição de Bruno César e a recuperação de Carlos Mané poderão atenuar estas dificuldades.

Quem 2016 seja o ano em que voltamos à rua para celebrar um campeonato!

17/12/15

As duas melhores equipas em Portugal


Sendo que provavelmente nenhuma das duas tem o melhor plantel ou a maior qualidade individual.

O Braga e o Sporting são a imagem dos seus treinadores. Equipas organizadas, que defendem bem e com boas ideias a atacar.

Ora quando duas boas equipas jogam uma contra a outra, o jogo é bom. Assim aconteceu. Hoje assistimos ao melhor jogo disputado esta época em Portugal. Já existiram resultados semelhantes, mas com jogos mais pobres a todos os níveis.

Jesus tentou algo que já lhe tinha corrido bem em 45 minutos na Rússia. Ao optar por um médio a 2º avançado, tenta controlar mais a bola, não apostando tanto naquele ataque mais vertiginoso que tanto gostam de lhe atribuir. Tal como em Moscovo, a fórmula resultou. O Sporting controlou a primeira parte, apenas sendo apanhado fora de posição numa jogada em que parece existir falta sobre William. Como é óbvio Wilson ia marcar um golinho. Só para alimentar a teoria Tonel de alguns idiotas.

A segunda-parte foi mais repartida, o que não foi bom para o Sporting. Acabou por se desgastar demasiado. Ruiz, Adrien e William ficaram fisicamente de rastos e daria jeito ter mais uma substituição para render um deles. Teve de ser gasta com Ewerton e por ai ruíram muitas das hipóteses do Sporting. 

Sem capacidade física para controlar a bola e o jogo, o Braga foi tentando carregar. Nunca criou muito perigo, até que Naldo e Jefferson ficaram a olhar um para o outro, hesitaram e deixaram o cruzamento sair sem qualquer pressão. Naldo não estava no seu sítio na área, Patrício ficou a meio caminho e estava feito o golo da vitória. O jogo terminou ai, não tendo mais história a partir daí.

É menos um objectivo e não traz coisas positivas, por mais que alivie o calendário. Perder nunca é bom, digam o que disserem. O Sporting é o detentor do troféu e já não o pode revalidar. 

Muito se vai falar do golo mal anulado a Slimani. Acho que é daqueles erros que se desculpam. É uma jogada rápida e com jogadores em sentido contrário. Mas continua a ser uma jogada que pode e deve ser utilizada na campanha pelo vídeo-árbitro, onde temos perdido algumas oportunidades com alguns lances em que fomos beneficiados. A coerência garante sempre uma maior base de apoio neste tipo de causas.

22/11/15

A injustiça e uma superioridade avassaladora


Escrevi no twitter, no final dos 90 minutos que era injusto para o Sporting ir a prolongamento. Era o que melhor resumia o jogo até então, tal a diferença de argumentos entre as duas equipas. 

O Sporting é uma equipa bem trabalhada que ainda não atingiu o seu ponto de rebuçado (as equipas de Jesus são melhores em Fevereiro/Março) mas  sabe sempre o que tem de fazer, sabe reagir ao que o jogo oferece e pede, sabe estar em campo em qualquer momento do jogo.
Do outro lado tudo diferente. Vi muitas equipas fracas dos dois lados desde que vou à bola ainda no velho Alvalade, mas não me lembro de um Benfica tão fraco, sem ideias, sem capacidade para fazer 3 passes seguidos. É confrangedor ver um conjunto de alguns bons jogadores completamente perdido em campo, vivendo à base de algum rasgo individual. É algo a que, infelizmente, estava mais acostumado a ver deste lado.

O Benfica fez um golo num bom contra-ataque e saiu de Alvalade aos 6 minutos, não mais sendo visto. Nos 116 minutos seguintes apenas existiu uma equipa em campo, com dois maestros a dirigirem a orquestra. João Mário e Bryan Ruiz fizeram um jogo impressionante. São dois "10" a jogar a partir de uma ala, muitas vezes indo para o meio onde a bola se torna mais perigosa para o adversário, e que bem que o fazem. Com William a meter Gaitán no bolso e Adrien com um jogo com uma agressividade defensiva mais adequada ao modelo de Jesus, o jogo foi de sentido único.

Quem nos segue lembra-se de um artigo em que dizia que com William e Ewerton a equipa atacaria melhor. O brasileiro dá coisas que Paulo Oliveira e Naldo não são capazes. A saída de bola dá-se com outra qualidade, com mais perigo para o adversário. O tal patrão da defesa está ali, não é preciso mexer mais. Assim aguente o físico. 
Posso só dizer que é um crime se Esgaio for emprestado? Vou repetir isto até janeiro.

Muitas vezes aponto os evidentes defeitos de Slimani. Estão à vista e são notórios. Mas o argelino tem outras (grandes) qualidades. Uma equipa também se cria por atitudes, pela união entre os seus membros. Slimani é nesta altura a sua alma, aquele que dá o mote para que todos consigam fazer mais um pouco, consigam correr mais uns metros, para que todos sejam capazes de deixar tudo em campo. A vitória é de todos, adeptos, Jesus, jogadores, mas a fatia de Leão hoje é de Slimani.

Para quem acreditava que Jesus não era a pedra-chave no sucesso que uns tiverem e que outros podem vir a ter, os jogos (mais do que os resultados) não mentem. 
Domínio no primeiro round, superioridade no segundo e um "amasso" no terceiro. Durante 6 anos, os papéis estiveram trocados.

Ps: Quando Mitroglou marcou, vários adeptos benfiquistas celebraram nas bancadas de sócios do Sporting. Sem problemas, sem provocações, sem stress. Devia ser sempre assim, afinal de contas só lá fomos para ver a bola.


18/10/15

Os putos


Não havendo Carrillo, Gelson e Matheus têm aproveitado as oportunidades.

Quem acompanha minimamente a formação do Sporting sabia que estavam ali dois jogadores que mais tarde ou mais cedo seriam aposta, faltando depois saber se resultariam. Até agora vão no caminho certo. Nem tanto pelos golos marcados ontem, mas porque mostram capacidade para ir percebendo as ideias de Jesus. Mas esses já conhecíamos.

Fiquei agradavelmente surpreendido com Bruno Paulista. É um 6 à Jesus, mais um. É ainda um pouco lento a atacar a bola em certas ocasiões e a passar excessivamente para os lados, quando tinha opções de passe mais próximas no meio.

Vai andar fora do radar, vão dizer que foi mais uma contratação falhada porque joga pouco, mas lá para Janeiro e Fevereiro vão perceber o trabalho que está a ser feito nos treinos.

Mais do que a passagem, esta eliminatório deu-nos mais 3 miúdos para trabalhar.



02/06/15

Sporting Clube do Pacemaker

 
Ser do Sporting é isto. Mesmo para ser feliz, é preciso sofrer muito, demasiado para o que um coração normal aguentaria.
 
Marco Silva resumiu o jogo numa só frase. Tudo o que nos podia acontecer, voltou a acontecer.
Um penalti bem assinalado, uma expulsão que parece exagerada, um 2-0 numa casa de Miguel Lopes.
 
Foi muita adversidade para uma equipa só, muita contrariedade num jogo tão importante, tão decisivo para a vida do clube.
 
Para nossa sorte Conceição foi "amigo" e mostrou qual o verdadeiro valor desta equipa do Braga. Uma equipa de contra-ataque que defende com muitos, mas por vezes mal. Durante o jogo faltou alguma cabeça e muitas pernas ao Sporting. Era normal. Por mais que Nani tentasse pegar no jogo, por mais que Slimani corresse por todos, as coisas não nos saiam bem. Era o fado do costume.
 
Krischiuk defendia tudo e sinceramente não acreditava que fosse possível virar a final. Até que a defesa do Braga entrou em auto-destruição.
 
Slimani aproveitou o primeiro erro, Montero o segundo. A Taça ficou entregue aos 93. Era impossível o Sporting perder depois disso. Jogar 105 minutos com um a menos, depois de uma 52 jogos disputados. Para se ter ideia, só o Rio Ave fez mais este ano em Portugal.
 
Foi cansativo, para todos, até na bancada. Não será exagero dizer que as dores que Patrício sentiu durante os penaltis foram sentidas por todos na bancada.
 
No fim tudo corre bem, muito bem. Vejam lá que até o "taciturno" Marco Silva celebrou um golo como antigamente.
 
Diesse antes do jogo que esta Taça era mais importante que as outras 15. Por tudo o que a envolvia, por tudo o que tem sido feito nos últimos 2 anos, por tudo o que o clube passou e por tudo o que se disse e escreveu desde Janeiro.

Ganhar esta Taça era obrigatório. Ganhar esta Taça desta forma era tudo o que precisávamos. Todos, adeptos, jogadores, equipa técnica e direcção.
 
Um clube grande faz-se de vitórias. Um Grande Clube faz-se de vitórias como a de ontem.
 

12/05/15

Conflitos e iniciativas

Olhando para esta nova questão que envolve o Pavilhão João Rocha, rapidamente tenho uma certeza. Este país está cheio de empreiteiros, donos de obra e juristas. Sendo filho de um antigo engenheiro civil muito ligado à obra, o que mais ouvi o meu pai falar na sua longa carreira foi de empreiteiros armados em artistas e de donos de obra que mudavam de ideias como quem mudava de cuecas.

Rapidamente se percebe que uns acham que foi a primeira porque apoiam cegamente esta direcção, outros pensam na segunda porque criticam cegamente esta direcção. Como em tudo, no meio termo estará alguma virtude.
 
O Sporting julga que alguns trabalhos estão incluídos no projecto inicial. A Somague não. As versões são, naturalmente, contraditórias e apenas nos tribunais se poderá aferir a quem pertence a razão. Até lá? Que se arranque com a obra, que já vai com 10 anos de atraso.
 

Ainda no âmbito do Pavilhão, uma boa iniciativa . Tentar associar a Missão Pavilhão à festa da Taça é lógico e terá algum sucesso. Digo algum, porque a esta altura, os valores para o relvado parecem-me altos. Tendo em conta que se pretende que a festa seja familiar, pedir 30€ por pessoa sem direito a comida e bebida, limitando-as aos (caros) bares do estádio, não me parece muito ajustado. Não sendo expectável que as bandas que vão compor o evento sejam grandes estrelas internacionais, o evento poderá não ter adesão total. Os lugares na bancada facilmente enchem, já os outros acho mais complicado.

A ideia é muito boa, mas pode não ter a adesão esperada. Se tiver, melhor. A cada fim de semana que passa, as modalidades mostram a importância que esta sua nova casa terá para o espírito Sportinguista.

09/04/15

Foi feio e foi feito. Até jamor

Não foi bonito, mas o objectivo que resta foi conseguido. Dia 31 há febras e cervejas frescas na mata do Jamor.

Parece-me que não foi bonito por três razões. Primeiro a postura do Nacional. Não veio jogar o jogo pelo jogo, como é normal. Não estacionando o autocarro, tentou jogar no erro e sair em contra-ataque deixando a bola do nosso lado.

Depois entraram a cabeça e as pernas em jogo. Tirando os 5 da defesa, este jogo mexeu com a cabeça de muita gente. A equipa tentava gerir a eliminatória em posse, com calma mas depois falhava passes parvos e enervava-se. As pernas também já faltam a alguns jogadores, os 4 do meio principalmente. Adrien está espremido desde Dezembro e rebenta muito rapidamente. Com o acumular de jogos, João Mário e William começam também a parecer cansados.

O Nacional teve duas verdadeiras ocasiões de perigo. O remate de Marco Matias e a bola do canto. O Sporting foi coleccionando tentativas. A bola chegava facilmente à área, mas lá dentro era tudo uma confusão enorme. Slimani esteve muito trapalhão (mesmo para o seu nível) e mesmo sem muitos motivos foi-se sofrendo.

No fim escreveu-se direito por linhas tortas, com uma cabeçada de Ewerton. Mais do que pelo golo, a sua exibição mostra a razão pela qual se foi buscar alguém que estava encostado e que não ia entrar logo na equipa. É o primeiro reforço da próxima época e justifica plenamente o investimento que, acredito, será feito.

Dia 31 estou lá. Sem caracóis e pão torrado, mas de coirato e mini!

06/03/15

Desconfiados e cansados



Mais do que nas pernas, na cabeça. 

Como já aqui disse há uns tempos, a equipa sentiu muito o golo de Jardel. Era o abrir do campeonato, a prova de que poderia ser possível estar ao nível de Porto e Benfica. A isso juntou-se a frustração de enconstar o 2º classificado da Bundesliga às cordas e não lhe ter ganho sequer.


Mais do que pernas, falta cabeça. O plantel precisa todo de descansar. As pernas, mas principalmente a cabeça. É mais aqui que se sente o desgaste.

O Sporting podia ter ganho ontem e também poderia perdido. O jogo acabou por ser demasiado partido, beneficiando mais o tipo de jogo do Nacional que o nosso.

Mais do que jogar para um título, o Nacional jogava a história ontem. É a oportunidade de irem ao Jamor pela primeira vez e daí o seu afinco durante todo o jogo. São também uma equipa razoavelmente organizada, com alguns jogadores de qualidade (Gomaa é muito interessante) e acabaram por criar algumas dificuldades.

Muitos vão cair em cima de Patrício pelo erro, por ser o segundo em 3 semanas. Que se lembrem do muito que já fez pelo clube e que continua a fazer. Outros ainda vão dizer que André Martins não jogou nada como sempre. Foi apenas e só o nosso elemento mais esclarecido em todo o jogo.

Tenho falado muito sobre o nosso jogo interior, como o temos abandonado. Mais uma vez se mostrou que o sabemos utilizar e que o fazemos com qualidade. Adrien entrou mais fresco que em jogos anteriores e ajudou a colar a equipa após a expulsão.  É graças a esse jogo interior que trazemos uma ligeira vantagem para a segunda mão.

Importa nesta altura ganhar uma série de jogos consecutivos, para ver se esta malta volta a mostrar o que já mostrou esta época.

08/01/15

Missão cumprida rumo ao Jamor



Com calma, mas com vontade. Foi assim que se ultrapassou mais um obstáculo rumo ao Jamor.

Mesmo com a noite gélida de Alvalade, a festa foi bonita e aproveitada da melhor maneira pelas gentes de Famalicão.

A primeira parte foi um jogo de paciência. O Famalicão tentou proteger a sua baliza ao máximo e prolongar o empate, na esperança de lançar um contra-ataque onde pudesse marcar. O Sporting foi competente o suficiente para o perceber e soube ter paciência, não se lançando em ataques desesperados.

Pese a fraca oposição, William voltou a estar bem pelo terceiro jogo consecutivo. A amostra é curta, mas parece, repito parece, estar a voltar devagarinho à sua melhor forma. Carrillo foi o mesmo de sempre (desta época) e Tanaka mostrou que não é tanto avançado, mais um 10. Talvez o único e verdadeiro que temos no plantel. Depois de uma primeira parte algo apagada, fez uma segunda parte de bom nível e mostrou que pode ser útil. As três assistências conseguidas foram apenas uma parte de vários bons pormenores que apresentou.

Nota ainda para Tobias. Não é ainda o que querem fazer dele, o que não invalida que não tenha muito mais qualidade que Maurício e Naby Saar. Contudo, se há algo que consegui perceber ontem graças à maior proximidade ao relvado é que o problema do Sporting além de individual é também colectivo. A equipa não sabe controlar o espaço nas suas costas. É algo que Marco Silva terá de trabalhar e melhorar para que se possam atingir os objectivos a que nos propomos para o resto da época.

PS: O Miguel Lopes não pode ir para o Córdoba com o Bebé?

18/12/14

Sonolentos em Moreira de Cónegos

 
Jogo apagado, sem garra da maioria dos jogadores. Salvou-se o do costume (Paulo Oliveira) e outro que poucas oportunidades tem tido desde que saiu da equipa (André Martins).
 
Para o Vizela era o jogo da época. Para a maioria dos jogadores do Sporting era um treino. Um treino que lhes podia ter corrido mal. A passagem nunca esteve verdadeiramente em risco, basta ver os 15 minutos que o Sporting faz até ao golo na segunda parte. Mesmo sem brilhantismo, bastou acelerar um bocadinho o jogo para os honrados rapazes de Vizela ficarem encostados à área.
 
Rosell, Saar e Boeck desaproveitaram a oportunidade de resgatarem mais alguns minutos no futuro. Se face ao mau momento de forma de William muitos achavam (eu incluído) que Rosell poderia ter uma oportunidade, o jogo de ontem talvez explique a insistência de Marco Silva no português.
 
Leva-se a passagem da eliminatória de uma competição que tem de ser encarada com mais atitude e talvez mais respeito pela maioria dos jogadores. Dado o pouco interesse que temos na Taça da Liga, passa pela Taça de Portugal a melhor e maior oportunidade de levantar um caneco este ano.

23/11/14

Resolver cedo


Anda toda a gente à procura do Novo Matic, mas eu sinceramente contentava-me em ter um médio mais defensivo decente. Não era preciso ter a qualidade do sérvio. Samaris não tem jogado o suficiente para agarrar o lugar, pelo que estava com alguma expectativa para ver Cristante em acção. Continuando a falar sobre "alterações no 11", Derley e Jonas parecia-me uma dupla que valia a pena experimentar e seria também mais uma oportunidade de ver Benito no 11.

O Benfica resolveu cedo, com os 2 primeiros golos a surgirem de excelentes jogadas. Jonas revela-se um ponta de lança acima da média do plantel, não só pelo que marca, mas também pelo que joga. Cristante foi subindo de rendimento - destaco apenas a necessidade de, por vezes, jogar mais curto em vez de utilizar passes longos - muitos deles certeiros, sim, mas às vezes acho que podia jogar para um colega mais próximo. Benito foi-se aventurando no ataque, mas o Moreirense não exigiu que se aplicasse mais na defesa.
Sofreu-se um golo de bola parada - aquele tipo de livres descaídos para as alas já nos deram tantas dores de cabeça... - mas o 2º golo de Salvio nos primeiros 10 minutos da 2ª parte arrumou de vez com o jogo. Depois disso foi gerir. Gaitan já tinha saído, Enzo acabou por sair, e lá se viu Samaris na posição que tantos dizem ser "a dele".

Ainda falando sobre o médio defensivo, acho que desde Matic o nosso 6 deixa de ser um simples 6. Jesus procura "trincos" com capacidade técnica e não apenas destruidores de jogo como Javi ou Fejsa. Estes dois sempre souberam o que dar à equipa defensivamente. Com Cristante e Samaris é diferente, há que trabalhar essa parte.

A meio da semana há Champions, no jogo que à partida podíamos perder - talvez por ser aquele que todos achavam ser o mais dificil do grupo. No entanto o Leverkusen revelou-se uma grande equipa e agora é fundamental ganhar na Rússia. Difícil, mas não impossível. Há que garantir no mínimo a Liga Europa.

Sem Espinhos


Vitória normal da melhor equipa, num jogo que serviu para moralizar. 

Moralizar Mané, Rosell e Martins que voltaram a ter minutos e que vão ser importantes mais adiante, em alturas com maior sobrecarga de jogos.

Moralizar Tanaka que se estreou a marcar em jogos oficiais.
Moralizar Miguel Lopes com a estreia a titular. A propósito, deu gosto ver a sua celebração no primeiro golo.
Moralizar ainda mais Montero. Desde que acabou o jejum já lá vão 5 golos. A qualidade sempre esteve lá e os golos acabaram por voltar naturalmente com o aumento da confiança. Só com confiança seria possível o seu primeiro golo.

Como o jogo não teve grande história aproveito para elogiar algo que venho reparado nos últimos tempos.
A comunicação do Sporting melhorou e renovou-se. Desde a (bem sucedida) mudança de imagem do Jornal Sporting, à interacção nas redes sociais e ao muito bem conseguido sítio de angariação de novos sócios, o trabalho nesta área tem estado a ser bem feito. Faltará renovar o sítio do clube e afinar alguns pontos menos bons no canal do clube, mas nesta área as coisas têm sido bem feitas de uma forma geral. Que a melhoria continue. Nesta e noutras áreas.

19/10/14

Mal (des)necessário


É verdade que não valia a pena sofrer. Mas se quisermos procurar um final feliz nesta história até o temos: ganhámos, e provavelmente deu para abrir os olhos. Tanto no que há que continuar a fazer, no que melhorar, ou para perceber que alguns jogadores que exigimos no 11 não são assim tão bons. Terá sido, portanto, um mal necessário.

Óbvio que é mais fácil para um Benito, por exemplo, jogar com os outros 3 titulares habituais. Mas mesmo assim, há coisas que são básicas e que só dependem de um jogador só. Outro exemplo é André Almeida: consegue ser competente quando joga com os titulares. Quando joga com o pessoal que joga menos, tem mais dificuldades.

O destaque do jogo vai para Jonas. Não só pelo que marcou, mas pelo que jogou. Aquele segundo golo é de uma execução técnica fantástica. Folgo em saber (pelo menos até agora...) que não veio para cá passar férias ou obter uma reforma dourada.
 
Aplaudo a estreia de Gonçalo Guedes. Gosto muito de ver este miúdo a jogar. Mas nem sequer vou falar em formação e Benfica, porque é um assunto que dava para escrever um romance histórico... Talvez um dia.
 
 


Sporting, que partidazo!






Que festival! De todos. Adeptos, dirigentes, equipa e treinador. A forma como o banco salta no terceiro golo mostra a importância desta eliminatória.

Parece que o Sporting só ganhou porque o OPorto errou. Nada mais errado. O OPorto também errou muito por culpa de um Sporting agressivo, compacto e muito competitivo. Ficou mais uma vez à vista a diferença entre os dois clubes. O OPorto provavelmente terá melhores jogadores, mas a melhor equipa é o Sporting. Como é óbvio, ter o melhor jogador a actuar em Portugal ajuda muito à causa verde e branca, mas o Sporting desequilibra a balança a seu favor pelo seu colectivo.

Que bom foi rever o verdadeiro William. Que jogo! O segundo melhor em campo.
Que bom foi rever o Maurício do ano passado.
Que bom foi ver Paulo Oliveira, mesmo que haja trabalho a fazer para que bolas como a do golo não entrem por ali.
Que bom ver Patrício a ser Patrício.

Que prazer foi ver Nani jogar! Está tão acima dos demais que faz confusão. É ele quem gere a equipa, que diz por onde é que esta vai, como vai e quando vai. É o líder de uma equipa que segue unida atrás do seu treinador.

Já o fiz no facebook, mas queria relembrar mais uma vez que este é o mesmo treinador que muitos queriam despedir. Esteve muito bem a mexer na equipa ao longo do jogo, não só nas substituições, mas também nos ajustes às alterações que o OPorto fazia. A forma como celebra o terceiro golo e a sua conferência de imprensa pós jogo são as cerejas no topo do bolo.

O Sporting já não marcava na Luz há 7 anos.
O Sporting já não ganhava no Dragon há 7 anos.
Nem tudo estava mal quando empatámos com o Belenenses, nem tudo está bem hoje. Mas que seja agora dado o tempo e crédito a Marco Silva para continuar o seu bom trabalho.

02/10/14

São Patrício e o nosso campeonato


Creio que nenhum Sportinguista pode ficar muito chateado por perder com o Chelsea. Ninguém gosta de perder e as vitórias morais são uma treta, mas este Chelsea não é do nosso campeonato. A diferença entre as equipas esbateu-se por culpa do nosso capitão. Diego Costa custou mais que todos os reforços na era Bruno de Carvalho. Dá para ter uma ideia da diferença? Foi agradável não termos sido vergados por outros números, por se ver que há qualidade do meio campo para a frente e (embora por um mau motivo) por Paulo Oliveira em campo.

JVoltando às nossas lides. É óbvio que é chato ir ao Dragão no primeiro jogo da Taça. Mas Inácio disse e bem, de certeza que lá em cima também não ficaram contentes com o sorteio.

Se há coisa que estes dois jogos mostraram é que temos equipa para nos bater de igual para igual com qualquer equipa portuguesa. Não há que ter medo de nada. Ou quase nada. Nunca se sabe se o Duarte Gomes não andará por lá para nos dar o mesmo tratamento que nos deu na Luz, na época passada.

17/04/14

Uma noite para mais tarde recordar


Cardozo titular e André Gomes a médio defensivo, por força das lesões. A jogar com 10 desde os 30 minutos. Quem diria que o desfecho ia ser aquele...

Enorme jogo de todos. E um herói altamente improvável. 

Uns dirão que afinal de contas era o Porto mais fraco dos últimos não-sei-quantos anos. Outros ainda vão dizer que é mais fácil jogar contra 11 do que contra 10. Outros falaram de sorte, do árbitro, das invenções de Jesus que lhe saíram bem.

Pior que lampiões com elevada taxa de basófia, só mesmo os lampiões com elevada taxa de está tudo mal e só ganhamos porque os outros são fracos.

Há que ter orgulho no que a nossa equipa fez ontem. Há que estar satisfeito com o resultado, com a entrega dos jogadores, com a estratégia que teve de forçosamente ser alterada e corrigida ao intervalo. Jorge Jesus soube ler o jogo e arranjar a melhor maneira de chegar à vitória com 10 homens em campo.

O Benfica entrou melhor. 1-0 com alguma naturalidade. Depois o 2º amarelo de Siqueira (que diz que não viu o primeiro) e um Benfica a fechar-se como podia até ao intervalo. Bem que precisava do descanso.

2ª parte e balde de água fria. Com 10, nunca pensei que o Benfica marcasse mais 2 golos. Adoro estar errado nestas coisas. Penalty, Jesus aos gritos para ser Enzo a marcar, que assim o fez, sem dificuldade. Dava para voltar a acreditar. Talvez num canto ou assim, pensávamos nós.

Aos 80 surgiu então o herói improvável. Não sei se ele andou a ver vídeos do Matic ou assim, mas a maneira como tirou Fernando da frente fez logo levantar o estádio. O resto confesso que nem consegui perceber muito bem. Só vi o André Gomes a correr que nem um louco.

Pedro Proença esteve mais uma vez ao seu nível. Miserável e a manchar o espectáculo. Só não foi capa dos desportivos hoje porque André Gomes fez aquilo. 15 cartões, salvo erro. 2 treinadores expulsos. Polémica a pontapé. 

Venha domingo... e sugiro que façam como eu e enviem a factura do cardiologista ao Siqueira.

27/03/14

Dominados no norte


Hoje em dia cada vez que penso em "treinadores" um dos nomes que me salta à cabeça é logo o de Mourinho. Não pelo que conquistou, mas pelas "coisas" que saiam cá para fora, da maneira como estudava os adversários e sabia todos os movimentos dele.

Talvez Jesus, por ser mais velho, não vá muito nestas coisas do scouting. A verdade é que Luís Castro ganhou o jogo no escritório, a ver vídeos de jogos do Benfica. Luís Castro preocupou-se primeiro com o Benfica e só depois com a sua equipa. Resultado: ganhou o jogo e dominou o Benfica durante 90 minutos.

Já se sabia que o Porto ia entrar forte. Independentemente do 11 do Benfica (já lá vou), é normal nestes jogos a equipa da casa entrar sempre a matar. Onde o Porto ganhou o jogo nem foi nas oportunidades criadas (que foram várias) mas foi na maneira como não deixou o Benfica jogar.

Quantas vezes já vimos Luisão na direita, Garay na esquerda, e Fejsa/Matic/Amorim no meio esta época? Muitas. Laterais bem subidos e encostados à linha, extremos a entrar mais para dentro (e aqui Salvio é claramente inferior a Markovic - percebem o porquê de eu defender que o sérvio rende mais (neste momento) na linha? Para fazer isto). O problema é que o Porto não deixou que isso acontecesse. Nem era uma pressão excessiva nos 3 que ficavam atrás, era mesmo o fecho das linhas de passe dos extremos e dos laterais. 
Depois, numa visão mais ofensiva da parte do adversário, as constantes entradas vindas de trás de Herrera e Defour criavam problemas aos centrais do Benfica. A única referência que tinham era a de Jackson, mas aparecia sempre o orelhudo ou o belga lá no meio.

Relativamente ao 11 de Jesus, onde acho que falhou mais foi no ataque. Cardozo. A maneira como o Benfica tem vindo a jogar não é compatível com este Cardozo. E por este digo um Cardozo que ainda está à procura da melhor forma e do entrosamento no 11 (porque quando ele se lesionou não jogávamos assim) porque não se desmarca como os outros dois mais móveis, nem consegue defender como estes. Salvio esteve apagado devido à forma como o adversário defendeu, não posso dizer que Markovic fizesse melhor. Na 2ª parte, com o jogo mais aberto (é impossível fazer o que o Porto fez durante 90 minutos) os jogadores soltaram-se mais e conseguiram jogar mais normalmente
E curiosamente, Artur (a grande preocupação de toda a gente quando saiu o 11) esteve bem. No entanto, Sílvio fez um bom jogo. Juntamente com Garay, que defendeu impecavelmente, exceptuando no canto que deu o golo. O Porto fartou-se de bater cantos daquela forma e Garay apanhou-os todos. Menos aquele. Falta de concentração desde o apito inicial.

Na minha opinião não fazia sentido rodar a equipa neste jogo. Disse-o antes, e digo-o depois. Ao contrário de quem só o diz depois. Quando se sabe o resultado é fácil criticar. Se o Benfica tivesse ganho e andavam aí todos convencidos a dizer que até com os suplentes.
Não fazia sentido porque são dois jogos a doer e depois vamos à Holanda. Não que o AZ vá ser favas contadas, mas seria certamente menos exigente que estes dois jogos. 

Não acho que a equipa tenha abanado com o que aconteceu ontem. Nós, adeptos, é que somos muito nervosos... Eu percebo, são os fantasmas. Mas os nervos não ajudam (nem a nós, nem à equipa).

06/02/14

Deu para seguir em frente


Jesus rodou um bocado o plantel a pensar no derby de Domingo. 
Frente a um autocarro do Penafiel, a coisa não estava fácil e foi necessário colocar alguns habituais titulares para ver se o jogo abanava. No entanto, quem marcou acabou por ser um habitual suplente: Sulejmani.

Critiquei a contratação deste jogador e de Djuricic também . Critiquei também o valor gasto em Markovic. Não pela qualidade deles, mas pela política de contratações em si. No entanto, agora que cá estão, há que usá-los da melhor forma.

Sulejmani já mostrou mais que Ola John. Só para recordar que Ola John custou quase 10M de euros e é ainda um projecto de jogador. A verdade é que Sulejmani, a pouco e pouco, vai mostrando serviço. Por acaso foi, das contratações, aquele que me deixou mais de pé atrás. Adoro estar enganado nestas circunstâncias.

Com Cardozo a aquecer  para o jogo frente ao Sporting, este jogo só serviu mesmo para isso: dar-lhe minutos. Pareceu-me um bocado desligado. Ainda a recuperar o ritmo. Esteve lesionado. Da última vez que isso aconteceu marcou 3 na primeira parte, frente ao mesmo adversário de Domingo.
Agora André Gomes já joga. Depois de estar vendido. Nada contra o rapaz, mas há coisas que tiram qualquer benfiquista do sério. Rúben Amorim a 6 quer fazer não só essa posição, mas também 8 e ainda passes dignos de um 10. E depois o jogo corre-lhe mal. Mais calma, Rúben. Não queiras fazer tudo.

No derby jogam-se 3 pontos importantes. 3 que podemos roubar a um adversário directo. O Sporting não se diz candidato ao título, mas que anda por lá a atrapalhar as contas... anda. Tem o seu mérito.  Qualquer resultado é possível e Leonardo Jardim já mostrou que sabe montar a equipa.

No entanto eu apostava na fórmula que nos deu a vitória frente ao Porto. Apenas trocava Lima por Rodrigo. O brasileiro não anda a jogar bem, e o espanhol está a subir de forma. E já está vendido.
Ah, e metia o Matic em campo...

04/01/14

Mão cheia antes do clássico





O Gil Vicente já andava a perder fogo há uns tempos e já não é a mesma equipa que nos ia ganhando 3 pontos na Luz.

Mesmo assim isso não bastava, pelo que era preciso meter a bola dentro da baliza adversária. E foi isso que o Benfica fez, por 5 vezes. Com algumas boas jogadas e ainda um penalty à mistura (aquele GR do Gil era fraquinho...) passou-se uma noite de sábado.

Para a semana joga-se um dos jogos mais importantes do campeonato. Ainda falta uma volta inteira, mas sendo previsível (ou não...) uma luta a 3 até ao fim, com muito equilíbrio, é fundamental vencer a equipa do norte e o Sporting em casa. E se possível não guardar decisões para a última jornada, porque para traumas já nos bastam os do ano passado.

Na última época em que o Benfica se sagrou campeão ganhámos aos do norte em casa, numa noite de chuva, com muita gente que era habitual titular de fora. Urreta (!) a fazer um bom jogo, Luis Filipe a quase marcar um golão do meio da rua, e chovia que se fartava. Foram 3 pontos importantes, tal como são os que estão em jogo na próxima semana. Valem tanto como outro jogo, mas são 3 pontos roubados a um adversário directo.

Se já mostrámos que conseguimos vencer o Sporting em casa (e honestamente eles também mostraram que conseguem vencer na Luz) é de esperar um jogo muito equilibrado no domingo, mas onde, ao contrário de um jogo fora, não se aceita outro resultado que não a vitória.

Não sei como é que o Benfica vai jogar, nem com quem (parece que Artur já está recuperado), mas isso não me importa muito.

Hoje deu para ver um Djuricic que só joga nos últimos 30 metros (e um 10 deve jogar onde? talvez nos últimos 50...), deu para ver Lima e Rodrigo a marcarem golos (embora continue a achar que Rodrigo sozinho na frente pode ser mais útil) e ainda deu para descansar Matic e Enzo, titulares de certeza na próxima semana.

Sobre saídas... será que estão à espera do jogo da próxima semana? Nem quero pensar muito nisso, quero é a vitória.

20/10/13

Sporting a sério


Verdade seja dita que pouco haverá para poupar nesta altura, sem Europa.

O Sporting cumpriu e fez um jogo competente, o que contra um adversário de distrital chegou para ganhar por muitos.

Foi bom para que Vitor tivesse 90 minutos, para Montero continuar a aumentar a sua conta, para Slimani começar a sua e para o Semedo crescer com os 45 minutos e aquela falha a meias com o Boeck.

Só espero que aquela lesão de Adrien não seja grave. No próximo domingo precisamos de todos.