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03/11/12

A ganhar pontos... e jogadores


 
Vitória normal frente a um Vitória... banal.
 
Não fiquei lá muito contente com a entrada de Carlos Martins no 11. Para a semana há mata-mata na Champions, e o médio vinha de lesão. Tudo bem que não sei se já andava a treinar muito a sério há uns tempos, mas em competição é sempre diferente. Infelizmente... lesionou-se.
 
Entrámos melhor, estivemos sempre por cima e até comecei a ficar com a sensação que hoje era noite de sofrer para meter a bola lá dentro. O Vitória fez um contra-ataque periogoso, bem defendido pelo Artur, e veio-me logo à cabeça a imagem de estarmos a perder e eles a defenderem com a muralha do castelo de Guimarães dentro da baliza.
 
Num cruzamento de Ola John para Cardozo lá surgiu o primeiro golo. De Cardozo já se esperam golos. De Ola John já se esperava futebol. E começa a surgir. Hoje já gostei do holandês. Entrou um bocado receoso, recebia muitas vezes a bola de costas e dava para trás. Com o avançar do tempo de jogo, começou a partir para cima do adversário. Ainda não com o mesmo estilo de Salvio, mas... a seu tempo.
 
Por falar em Salvio. Não gostei muito da ala direita do ataque, e especialmente na 1ª parte. Acho que com um Guimarães tão encostado às cordas não podemos começar a individualizar. Não digo que Salvio ou Maxi se agarrem demasiado à bola porque sim, acho mesmo que às vezes dá para jogar mais simples, mais colectivo, mais directo. Todos nós sabemos que Salvio é forte no 1vs1. Mas acho que não anda a escolher muito bem as ocasiões para fazer tal coisa.
 
André Gomes lá andou, cumpriu até ser... expulso. Enfim. Acho que podia ser um pouco mais rápido para jogar ali no meio. Técnica tem, falta-lhe... intensidade. E isso ganha-se com confiança e tempo de jogo. Tem 19 anos.
 
Na 2ª parte fomos mais colectivos, fizemos algumas boas jogadas à entrada da área, e o terceiro golo acabou por surgir. Lima, mais uma vez... Acho que agora (e esquecendo também todas as razões que levaram à contratação do brasileiro) já ninguém se rala com o que custou.
 
Notas finais. A arbitragem foi patética. O penalty de Salvio parece-me inexistente, a expulsão de André Gomes exagerada, e há um lance em que Maxi faz a Toscano exactamente o que o jogador do Vitória fez a Salvio e... nem falta foi. Como disse Pedro Henriques, "este árbitro nem para um jogo de matraquilhos". Amanhã és despedido, Pedro.
 
Em semana de Champions e com Matic castigado, quem será que vai jogar na posição 6? André Gomes? André Almeida? Maxi? Invenção aguarda-se...
 
 
 
 

29/01/12

A primeira do ano



Mais de 1 mês depois, o regresso às vitórias graças a Onyewu com 2 cabeçadas à Tonel.

Não se jogou grande coisa, tendo-se visto alguns fogachos de futebol da parte da nossa equipa na 2ª parte. A primeira revelou mais daquilo que tínhamos visto nos últimos jogos. Pouca concentração, pouca criatividade e muita cerimónia. O tempo que se demora a cruzar é algo que me tira do sério.Aliando isso aos jogadores rápidos que o Beira-Mar tem, deu para sofrer um pouquinho em Alvalade, mesmo com 2 golos de vantagem.

Renato Neto esteve mal na posição 6, assim como tinham estado Carriço e André Santos em jogos anteriores, mostrando que não há substituto para Rinaudo. Ainda bem que este já está a treinar sem limitações...

Gostei da 2ª parte de Ribas. Mostrou que se lhe conseguirem meter a bola nos pés, ele (parece) saber o que fazer com ela. O problema é mesmo conseguirem meter-lhe a bola.

Enfim, não podemos ser muito ambiciosos nesta altura. Já se conseguiu ganhar, nem tudo é mau. Mas ainda falta tanto para se dizer que voltámos a jogar futebol...

Que a derrota do Porto em Barcelos possa espicaçar esta gente e os faça acreditar que o 2º lugar pode ser alcançado. É que já chega de lutar pelo 3º.

25/09/11

Entusiasmante!



Assim foi o Sporting desta noite.
Foram 3, poderiam ter sido 6,7,8, não fosse a bela exibição de Diego e algum excesso de confiança leonino em alguns lances.

Vi Alvalade como não via há muito.
Cânticos das claques acompanhados por todo o estádio, golos celebrados como se de uma final da Champions se tratasse e ,acima de tudo, vi fé. Fé numa equipa que ,não sendo perfeita( o meio campo por vezes abre de tal maneira que um simples passe desmonta a equipa), dá ares de poder almejar a algo mais que umas migalhinhas vindas da luta entre os 2 galos do poleiro nacional.

Parece faltar ainda algum acerto no meio campo, mas tudo isso parece esquecido quando Wolfswinkel marca de forma tão regular( foi o 1º jogo nos últimos 8 meses, em que Alvalade não se lembrou de Liedson) , Elias corre mais que metade da equipa adversária, Rinaudo varre o meio-campo e Carrillo abre tunéis e auto-estradas como fez no 1º minuto de jogo. Mesmo alguma intranquilidade de Patrício, foi sendo abafada pelos aplausos que as suas boas intervenções foram merecendo. E ainda faltam Jeffren, Aguiar, saber se Izmailov poderá ser o Ás do baralho leonino e Domingos perceber que Polga é melhor que Rodriguez.

A liderança, tri-partida, ficou a 3 míseros( tendo em conta as distancias das épocas anteriores) pontos, mas outra coisa ficou no ar.
A ideia de que o slogan "o Sporting está de volta" parece começar a fazer sentido. E Alvalade agradeceu por isso.